Simulacro teste segurança no Parque Natural

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Simulacro de incêndio no Parque Natural Sintra/Cascais, testou a capacidade de intervenção de todas as forças da Proteção Civil em Cascais. Envolvidas as cinco corporações de bombeiros do concelho, no balanço, o presidente da Câmara, Carlos Carreiras garantia: “Tudo o que é possível fazer está a ser feito”.

“Depois de termos realizado todo o trabalho que tinha que ser feito, estamos agora a realizar simulacros para detetar algumas falhas e corrigi-las”, disse Carlos Carreiras. O autarca lembrou que no ano passado, apesar de ter sido o ano, no país, com maior área ardida, no concelho aconteceu o contrário: ”Aqui em Cascais foi o ano onde se registou menos área ardida. E isso não é por acaso. Começamos a combater os incêndios no inverno, planeamos e preparamo-nos para podermos acorrer a qualquer incidente, o que ainda assim não evita que possam ocorrer novas situações. Este ano está tudo preparado, tudo montado no terreno, quer as nossas associações de bombeiros quer todos os agentes de proteção civil estão coordenados”, disse.

Maria do Céu Garcia, Coordenador Municipal da Proteção Civil, explicou os passos preventivos dados pela proteção civil de Cascais para evitar ou mitigar os efeitos dos incêndios no verão, desde logo implementando dois planos, “o plano municipal de proteção civil e o plano de proteção das florestas contra incêndios”. Mais importante que o próprio combate é a prevenção e a sensibilização, explicou Maria do Céu Garcia: “A prevenção através da silvicultura preventiva, criando faixas de proteção e de combustão, a sensibilização com ações junta das populações e dos jovens e a monitorização de todo o território”.

O Comandante José Palha Gomes realçou a importância dos simulacros: “Se os simulacros correrem muito bem nós ficamos desconfiados. Este aqui também nos criou imensas dificuldades”, disse o Comandante no posto de Comando das operações localizado junto á barragem do rio da Mula.

Esta operação teve várias fases de intervenção, desde o resgate de um grupo de escoteiros que se encontravam nas imediações do incêndio, até o desvio do trânsito das zonas de perigo por parte das forças de segurança e o controlo e combate ao incêndio envolvendo as cinco corporações do concelho.